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Pelo coração do Enoturismo e Turismo Rural Portugal

 Pelo coração do Enoturismo e Turismo Rural Portugal Um universo de sensações do Enoturismo em Portugal

 

DATAS (sujeitas a confirmaÇÃo)

PORTUGAL RURAL: 15/05/2017 a 23/05/2017
PORTUGAL RURAL: 15/09/2017 a 23/09/2017

TARIFA

Consulte nossos representantes e central de vendas (11)30327926- info@brasilrural.tur.br

DURAÇÃO

8 dias 7 noites de hospedagem

OUTRAS INFORMAÇÕES

O PACOTE INCLUI: transfer in/out - aeroporto / roteiro / aeroporto
- 8 dias 7 noites de hospedagem em áreas rurais com café da manha e almoços e jantares ( aqueles descritos no roteiro) e em hospedagem urbana
- passeios e atividades conforme descrito no roteiro;

NÃO INCLUI:
- bebidas e despesas de ordem pessoal.
- atividades extras
- bilhetes aéreos
- Tratado de Schengen
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Recomendamos vôos com chegada antes das 10h00 do no aeroporto de Lisboa
CANCELAMENTOS E DEVOLUÇÕES:
de acordo com a deliberação normativa nº 161 de 09 de Agosto de 1985, da Embratur
O valor em percentual a ser restituído será de:
- 90% até 31 dias do início da viagem;
- 80% de 21 a 30 dias do início da viagem;
- 0% a 80% a menos de 20 dias do início da viagem
*(BR)

Verificar Passaporto com validade de no mínimo seis mêses antes do vencimento,

Roteiros

* 1o. dia chegada a Lisboa pelo período da manhã, transfer de autocarro para o hotel em Lisboa; Check-in tempo livre para repouso e recuperação da viagem. Almoço em restaurante típico com visita guiada por Alfama, Belem, Bairro Alto, Chiado e a Baixa de Lisboa. Jantar livre 2o.dia Nosso destino é a região vitivinícola da Bairrada: Depois do café da manhã, é hora de partir com destino à região dos vinhos da Bairrada, no Centro de Portugal. Pelo caminho, a nossa primeira paragem será o Santuário de Fátima, local de devoção e de peregrinação Mariana. Aqui, visitaremos a Capelinha das Aparições e a Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, onde terá a opção de assistir à missa. Depois de um almoço ligeiro nas redondezas partimos para a Quinta do Encontro, onde o nosso anfitrião, João Carvalho, nos aguarda para um primeiro contacto com os vinhos de Portugal. Visita e prova de vinhos na Quinta do Encontro localizada em S. Lourenço do Bairro – Anadia, a Quinta do Encontro está inserida numa paisagem serena, dominada pelas vinhas e tendo como fundo as Serras do Caramulo e Buçaco. É uma adega de arquitectura e design moderno inspirada nas formas ligadas À produção do vinho. Tem com um conceito de enoturismo muito interessante direcionado para a cozinha de autor onde o visitante pode deliciar-se com a gastronomia regional moderna, num ambiente minimalista e inspirador, rodeado de vinhas.  É na Beira Litoral, entre Águeda e Coimbra, que se situa a região da Bairrada é uma zona muito próxima do mar, por isso o seu clima é tipicamente atlântico: Invernos amenos e chuvosos e Verões suavizados pelos efeitos dos ventos atlânticos.  A região da Bairrada é rica na produção de vinhos brancos e tintos, elaborados a partir de castas tradicionais, como a abundante Baga, e outras importadas para solos portugueses, como a internacional Cabernet Sauvignon. Os brancos da região são delicados e aromáticos. Os espumantes da região são muito utilizados como bebidas aperitivas ou a acompanhar a cozinha local. Nesta zona faremos uma breve parada para almoço, continuando nossa visita pelo universo dos vinhos de Portugal com visita e prova de vinhos na Adega Campolargo: situada em Anadia, na Quinta de São Mateus, esta é uma adega com uma longa tradição familiar de 3 gerações da família Campolargo. Com uma capacidade de produção de 300 mil litros, a nova Adega, Partida para o Hotel das Termas da Curia (ou similar) com o resto da tarde livre para visitar o Parque das Termas ou usufruir do seu SPA e jantar livre 3o.dia: Após o café da manhã partimos de autocarro para visitar outras algumas adegas mais emblemáticas da região da Bairrada, com a sua maneira muito própria de produção de vinhos e espumantes, com direito a paradas para pequenas visitas nos mirantes e muito mais. Visita e prova de vinhos nas Caves Aliança Chama-se Aliança Underground Museum, tem 1.500 m2 e reúne colecções de arte e pipas de vinho em Sangalhos. Uma obra que resulta da irreverência de Joe Berardo, o seu único investidor, aqui é possível passear pelo espaço amplo e ver as pipas ao lado de uma colecção de arte etnográfica africana. Ou observar o estágio do vinho ao lado de azulejos, fosséis, arqueologia, minerais, cerâmica das Caldas ou esculturas contemporâneas do Zimbabué. Actualmente, as Caves Aliança são uma das maiores empresas exportadoras de vinho. Segunda parada a visita e prova de vinhos nas Caves São João:Fundada em 1920, as Caves São João são uma empresa familiar e é a mais antiga empresa em actividade no sector vitivinícola bairradino. Fundadas em 1920 sempre conciliaram vanguardismo e tradição. Nos seus labirintos subterrâneos vamos encontrar um espólio de quase meio milhão de garrafas prontas a serem descobertas por um qualquer enófilo apaixonado. O universo dos vinhos de Portugal será sempre uma experiência, por isso faremos uma terceira visita e almoço nas Caves São Domingos, dos Espumantes São Domingos, produzidos pelo método tradicional, igual ao praticado em Champanhe, sempre se caracterizaram por aliar tradição com inovação, distinção com elegância, tendo conquistado grande sucesso junto dos apreciadores desta bebida descoberta pelos monges beneditinos em França no ano de 1531. Desde 1937 que a empresa Caves do Solar de São Domingos, produz espumantes, aguardentes velhas, aguardente bagaceira, vinhos Bairrada, Dão e Beiras. As suas galerias albergam mais de dois milhões de garrafas de espumante, largos milhares de vinhos engarrafados e centenas de quartolas em carvalho francês para as suas afamadas aguardentes vínicas. A Aguardente Bagaceira São Domingos, produzida em alambiques próprios, continua a liderar o mercado com a qualidade de sempre. O enoturismo é também uma aposta ganha, deslumbrando milhares de visitantes todos os anos pela beleza das galerias escavadas na rocha, os milhões de garrafas, bem como o showroom, salão e museu com sala de provas, fazendo parte integrante da Rota da Tempo. O dia terminará na Cidade dos Doutores para um bom descanso e jantar livre 4o.dia Visita à parte antiga de Coimbra: Sede da mais antiga universidade de Portugal, Coimbra é uma cidade sobretudo animada pelos estudantes que vivem e estudam aqui, mas está também cheia de monumentos e tesouros histórico. Um passeio pelo Quebra Costas – uma longa escadaria que conduz desde a Alta de Coimbra ao centro histórico, na Baixa – tornou-se por si só numa atracção turística. Aí encontraremos ruas animadas, repletas de restaurantes típicos e bares, lojas de todo o género e muitos cafés. A Sé Velha, a Câmara Municipal e a Igreja de Santa Cruz são algumas das principais atracções da zona e merecem uma visita. Todos os anos, Coimbra atrai visitantes aos seus animados festejos académicos, onde milhares de estudantes entusiastas desfilam orgulhosamente com as suas capas negras pelas ruas da cidade, entoando canções populares e enchendo as ruas com o som das guitarras que acompanham os fados. Uma das tradições mais importantes é a Queima das Fitas, uma cerimônia da conclusão da licenciatura que ocorre em Maio, quando os estudantes queimam as fitas para simbolizar o final dos seus dias de estudante. Situado em frente à Sé Velha de Coimbra, o restaurante O Trovador apresenta algumas das mais emblemáticas especialidades da região, confeccionadas com sabedoria. Será neste tradicional ambiente estudantil que iremos também ouvir algumas das mais bonitas canções do fado de Coimbra. Coimbra tem mais encanto na hora da despedida…” é a forma como o mais conhecido fado de Coimbra descreve o momento mais inesquecível desta cidade, quando todas as memórias e sentimentos partilhados e vividos aqui culminam num só momento quando partimos deste extraordinário local. Regresso ao hotel com tarde livre para descanso. 5o.dia Região vitivinícola do Dão Café da manhã no hotel e check-out; A zona do Dão situa-se na região da Beira Alta, no centro Norte de Portugal. As condições geográficas são excelentes para produção de vinhos: as serras do Caramulo, Montemuro, Buçaco e Estrela protegem as vinhas da influência de ventos. A região é extremamente montanhosa, contudo a altitude na zona sul é menos elevada. Os 20000 hectares de vinhas situam-se maioritariamente entre os 400 e 700 metros de altitude e desenvolvem-se em solos xistosos (na zona sul da região) ou graníticos de pouca profundidade. O clima no Dão sofre simultaneamente a influência do Atlântico e do Interior, por isso os Invernos são frios e chuvosos enquanto os Verões são quentes e secos. As vinhas são constituídas por uma grande diversidade de castas, entre as quais a Touriga Nacional, Alfrocheiro, Jaen e Tinta Roriz (nas variedades tintas) e Encruzado, Bical, Cercial, Malvasia Fina e Verdelho (nas variedades brancas). Os vinhos brancos são bastantes aromáticos, frutados e bastante equilibrados. Os tintos são bem encorpados, aromáticos e podem ganhar bastante complexidade após envelhecimento em garrafa.Breve visita à Mata Nacional e ao Palace Hotel do Buçaco: No fabuloso e lendário palácio construído em 1885 para os últimos reis de Portugal está instalado, desde 1917, o Palace Hotel do Bussaco, sem qualquer favor um dos mais belos e históricos hotéis do mundo. Localiza-se no interior da Mata Nacional do Bussaco, ex-libris botânico e natural de Portugal. Esta imensa floresta, plantada e murada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no 1º quartel do séc. XVII, possui espécies vegetais do mundo inteiro, algumas gigantescas - além do célebre e imponente Cedro do Bussaco - e proporciona inúmeros e inesquecíveis passeios pedestres em contacto estreito com a natureza, com passagem por deslumbrantes fontes, capelas de eremitas e miradouros.  A sua Via-Sacra e o Convento de Santa Cruz conferem igualmente a este local ímpar e bucólico um ambiente raro da maior paz e serenidade. No centro deste conjunto paisagístico e arquitetónico único na Europa, o Palace Hotel, verdadeiro palácio real no mais fascinante estilo neo-manuelino, está sumptuosamente mobilado e decorado com inúmeras obras de arte, magníficos frescos, valiosos quadros e fantásticos painéis de azulejos representando a Epopeia dos Descobrimentos Portugueses e a Batalha do Bussaco, da autoria dos maiores mestres portugueses do séc. XIX. Visita e almoço na Quinta de Cabriz:. Em 1989, em pleno coração da região demarcada do Dão, na vila de Carregal do Sal, nasce a Dão Sul - Sociedade Vitivinícola, S.A. Inspirada na Quinta de Cabriz, uma propriedade com uma magnífica casa senhorial e capela do séc. XVII, tornou-se numa referência de excelência dos vinhos do Dão. Mandam as regras da casa harmonizar pratos e vinhos. No Restaurante Quinta de Cabriz saboreie o melhor dos vinhos com a gastronomia da região do Dão. Na cozinha, a chefiar todo o repasto, está o chefe-executivo Diogo Rocha, um jovem beirão que conhece tão bem os segredos da terra.Visita a um produtor de Queijo da Serra da Estrela: Sendo este um dos queijos mais afamados em Portugal a visita a esta queijaria é uma oportunidade única para ver como se produz artesanalmente o famoso queijo da Serra da Estrela. Aqui mãos hábeis transformam o leite em queijo, depois de adicionado o sal e flor do cardo através de saberes que se vão passando de geração em geração. Visita à adega e vinhas da Casa de Santar: Solar do século XVII e XVIII, pertencente à Condessa de Santar e sua Família, é rodeado por jardins de sebes, buxos e labirintos de flores. A adega, construída em granito, com os seus azulejos históricos, abriga, num ambiente do passado, as mais modernas e avançadas tecnologias. Aqui produzem-se vinhos de elevada qualidade, numa estrutura com um peso histórico de 400 anos. Partida para Lamego, cidade histórica e monumental, pois possui uma grande quantidade de monumentos, igrejas e casas brasonadas.Jantar e alojamento na Casa dos Viscondes da Várzea: Ao atravessarmos os portões brasonados da Quinta da Várzea, sentimos desde logo a magia de um lugar que promete momentos inesquecíveis. Uma mansão aristocrática, de estilo rústico, que remonta ao século XVII, inserida numa propriedade com mais de 180 hectares, repartidos por vinhas, árvores de fruto e olivais. Esta é a casa de Maria Manuel Cyrne, a nossa anfitriã, que, num ambiente de casa de família, nos irá acolher e dar as boas vindas. 6.dia Região vitivinícola do Douro: Após o café da manhã e respectivo partimos para o Alto Douro Vinhateiro, região classificada pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade e onde se produz o mundialmente célebre vinho do Porto. Em Dezembro de 2001, a UNESCO elevou o Alto Douro Vinhateiro a Patrimônio da Humanidade. Um título, atribuído por unanimidade, que premiou a Região vinícola demarcada mais antiga do mundo, decretada pelo Marquês de Pombal, em 1756. Região única por reunir as virtudes do solo xistoso e da sua exposição solar privilegiada com as características ímpares do seu micro clima em conjunto com o trabalho árduo do homem do Douro. Visita ao Armazém 43 do Museu do Douro: Aqui se demonstra, orgulhosamente, o que é a Região Demarcada do Douro na sua essência. Através da exposição intitulada de “Memória da Terra e do Vinho” poderemos observar objectos e factos importantes da história e desenvolvimento de toda a região do Douro, que durante tantos séculos prima pela sua beleza natural e pela influência vinhateira. Visita e prova de vinhos e azeite na Quinta do Tedo: Em pleno coração do Alto Douro, está localizada esta imponente e particularmente bonita quinta, banhada pelo rio Tedo e pelo rio Douro , que conta com mais de 250 anos de existência. Em 1992, Vincent Bouchard, francês e sua esposa Kay STEFFEY Bouchard, americana viram seu sonho de possuir uma adega se tornar uma realidade. Com grande visão, paixão e energia infinita, Vincent e Kay fazem hoje um trabalho notório e são de uma hospitalidade rara produzindo ano após ano premiados Portos Vintage. No âmbito do eno-agroturismo, fazem visitas às adegas e provas de vinho do Porto e azeite aqui produzidos. Passeio de barco rabelo: Uma das formas mais encantadoras de desfrutar do Vale do Douro é a bordo de um típico barco Rabelo, idêntico aos que durante séculos transportavam o vinho destas paragens até às caves em Vila Nova de Gaia. É uma viagem calma e sensorial até à Quinta das Tecedeiras, local onde o Francisco Passos, nosso anfitrião, nos presenteará com um saboroso almoço tradicional duriense na varanda de sua casa, com vistas para o Douro. Visita e almoço na Quinta das Tecedeiras: A Quinta das Tecedeiras é uma das propriedades mais emblemáticas do grupo vinícola Global Wines, e estende-se ao longo da margem esquerda do Rio Douro, perto de Ervedosa.  De um total de 66 hectares, a quinta inclui 15 hectares de vinha em solos de xisto, alguns com mais de 80 anos, o que é um importante factor de consistência de qualidade, para além da complexidade que confere aos vinhos a mistura de castas existentes nas vinhas velhas. Jantar e alojamento na Quinta da Veiga: Situada junto á margem direita do Rio Douro, sobranceira à Estação do Ferrão (entre a Régua e o Pinhão), a casa principal, cuja origem remonta ao séc. XVII, está rodeada de cerca de 50 hectares cultivados, dos quais metade com vinhas. Um dos seus maiores atrativo é, efetivamente, o vinho que produz: Murzelo, Casa das Mouras e Cerro das Mouras. Reconstruída majoritariamente em xisto, aqui nada foi deixado ao acaso, o respeito pela arquitetura tradicional duriense, está patente em toda a recuperação desta magnífica edificação. Da rusticidade e imponência dos velhos lagares de vinho criaram-se espaços de verdadeiro conforto e requinte. A casa é ladeada por um belo jardim, que se prolonga com uma piscina panorâmica, a olhar a perder de vista o rio Douro. 7o.dia - Região vitivinícola do Douro: Após o café da manhã tomado na varanda e com uma deslumbrante paisagem do Douro Vinhateiro à nossa frente, é hora de deixar os nossos anfitriões e partir para a Quinta do Crasto, propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século. Esta visita irá permitir aos participantes conhecer uma das mais emblemáticas quintas vinícolas do Douro, considerada como um dos 3 melhores produtores de vinho português. Visita e prova na Quinta do Crasto: As primeiras referências conhecidas referindo a Quinta do Crasto datam de 1615, tendo sido posteriormente incluída na primeira Feitoria juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Um Marco Pombalino datado de 1758 pode ser visto na Quinta. Os importantes investimentos realizados nos últimos anos permitiram modernizar as vinhas e instalações de vinificação, garantindo assim a produção de vinhos de mesa de elevada qualidade tais como o “Crasto”, “Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas”, Monovarietais (“Tinta Roriz” e “Touriga Nacional”) e Monovinhas (“Vinha da Ponte” e “Vinha Maria Teresa”), bem como categorias especiais de Vinho do Porto (LBV e Vintage). Apesar da utilização das mais avançadas tecnologias de vinificação, continua a ser utilizado o tradicional método de pisa em lagares. Visita e almoço na Casa dos Lagares, em Cheires: De braços abertos os nossos anfitriões Joana e João recebem-nos na Casa dos Lagares, a alma mater do vinho Fragulho, proveniente dos cerca de 20 hectares da vinha das propriedades. Foi construída em 1923 com a finalidade de ser casa de habitação, e hoje caracteriza-se como uma unidade de turismo rural ligada ao vinho e a vinha. Aqui poderemos encontrar um museu, uma adega e lagares. O nosso programa segue agora para Favaios, aldeia vinhateira do concelho de Alijó, famosa em todo o país pelo seu vinho moscatel e pelo seu pão, o Trigo de Quatro Cantos. Visita e prova na Adega Cooperativa de Favaios: Quem é apreciador de vinhos, não pode deixar fazer uma visita guiada seguida de prova de vinhos na Adega Cooperativa de Favaios, uma das maiores e mais conhecidas Adegas Cooperativas do País principalmente pela qualidade inconfundível de seu Aperitivo e Moscatel de Favaios, que tem sido consecutivamente reconhecido através da conquista de vários prêmios nacionais e internacionais.  Vale a pena ainda uma visita à Quinta da Avessada/Enoteca Douro onde, além da possibilidade de se provarem os melhores moscatéis da região, se pode experienciar uma vindima e conhecer melhor a história do Douro. Visita e prova na Enoteca da Quinta da Avessada: É um projecto arrojado que se confunde com o espírito empreendedor do seu mentor, o Luis Barros, nosso anfitrião, que nos irá receber com um sorriso franco e aberto. Tendo criado um museu interactivo alusivo à história e cultura da vinha e do vinho na Região do Alto Douro, desde a plantação da videira até ao degustar do néctar que bem apelidamos de vinho, a Enoteca é já uma referência no panorama turístico do Douro. Seguramente que o segredo deste seu sucesso em muito passa pela paixão com que nos transmite algumas das estórias da história do Douro e nos brinda no final com um moscatel com 10 anos. Jantar e alojamento na Quinta de Fiães: Situado no encantador vale do rio Pinhão, a Quinta de Fiães oferece-nos uma harmoniosa combinação entre o conforto da modernidade e o charme de outras épocas, aliada à tranqüilidade do campo. Á nossa espera estará o sr Fernando Morgado, nosso anfitrião, que por certo terá uma experiência de vida para partilhar com os participantes. Além da unidade de turismo rural e da produção de vinho branco de qualidade, desenvolve a atividade de consultoria numa estreita ligação entre as empresas vitivinícolas e entidades como a Casa do Douro e o Instituto do Vinho do Douro e do Porto.  8o.dia - Região vitivinícola dos Vinhos Verdes: Café da manhã e check-out. Estamos prestes a sair da região demarcada do Douro não sem antes visitar ainda um ex-libris da região. Referimo-nos ao Palácio de Mateus, em Vila Real, para onde nos dirigimos de seguida. Visita ao Palácio de Mateus: Solar setecentista, é considerado o mais belo e emblemático edifício barroco do país. A sua fachada, da autoria de Nicolau Nasoni, ritmada pelas escadarias duplas, os pináculos e balaustradas, elementos por excelência do barroco, é antecedida por um amplo lago rodeando-se o conjunto de grandiosos jardins de tipo francês, com vários patamares de buxo talhado em delicados desenhos. Tem uma capela monumental também influenciada pela gramática decorativa daquele arquitecto. Partida para Amarante: partir à descoberta, pelas ruelas estreitas, do comércio tradicional no centro histórico e almoço livre. Visita e prova na Quinta da Aveleda, em Penafiel: Quando se passa o portão da Quinta da Aveleda, inicia-se a visita a uma das mais conhecidas quintas de Portugal, propriedade da família Guedes há várias gerações, com verdadeiro renome internacional, considerado monumento nacional desde 1910. Todos os anos aqui são cuidadosamente selecionadas as melhores uvas das castas Loureiro, Trajadura e Alvarinho produzidas nos cerca de 150 hectares de vinhas. Saborear o vinho Quinta da Aveleda é apenas o princípio de uma experiência que se completa com a visita à Quinta, à adega e aos seus jardins românticos.  Partida para o Porto onde faremos o check-in no hotel selecionado. Uma breve visita ao Porto Histórico e jantar livre 9o. dia Café da manhã no hotel e check-out transfer para Lisboa /aeroporto e fim do programa. Seja sempre bem vindo a viver experiências

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