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Roraima Rural: Experiências Cavalos Lavradeiros

Roraima  Rural: Experiências Cavalos Lavradeiros FRONTEIRAS SELVAGENS DOS CAVALOS LAVRADEIROS: RORAIMA BRASIL Cavalo Selvagem Eliakin Rufino

 

DATAS (sujeitas a confirmaÇÃo)

RORAIMA: LANÇANDO EXPERIÊNCIA : 14/06/2017 a 19/06/2017
RORAIMA: LANÇANDO EXPERIÊNCIA : 14/06/2017 a 19/06/2017

TARIFA

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DURAÇÃO

6 dias Turismo Equestre Lavrados de Roraima
Até 10 dias com outras atividades

OUTRAS INFORMAÇÕES

Inclui:
* Transfer in/out aeroporto;
* Hospedagem em Hotel Boa Vista com jantar e café da manhã
* Transfer para a propriedades rurais
* Hospedagem com pensão completa nas fazendas;
* Cavalgadas descritas no roteiro;
* City tour em Boa Vista;
* Passeio de barco no rio Branco;

Não Inclui:
* Outras despesas não mencionadas
CANCELAMENTOS E DEVOLUÇÕES:
de acordo com a deliberação normativa nº 161 de 09 de Agosto de 1985, da Embratur
O valor em percentual a ser restituído será de:
- 90% até 31 dias do início da viagem;
- 80% de 21 a 30 dias do início da viagem;
- 0% a 80% a menos de 20 dias do início da viagem
*(BR)

Roteiros

….. selvagem é só apelido Meu nome é mesmo cavalo Cavalo solto no pasto Veloz carreira que faço Lavrado todo atravesso Caminhos no campo eu traço Eu corro livre galope Transforme galope em verso…. Viver novas fronteiras sempre pode ser um recomeço, por isso, procuramos transmitir em nossos roteiros uma palheta de emoções inesquecíveis. Neste, vamos viver momentos únicos, reunindo beleza natural, cultura local e algo mais que especial, os cavalos Lavradeiros. Cavalos de natureza livre, descendentes dos animais do mesmo tronco da raça Andaluz e Garrano, trazidos pelos colonizadores espanhóis e portugueses, mas, que nos Lavrados de Roraima encontraram a liberdade e se adaptaram ao ambiente local, pelo caminho da sobrevivëncia. Nosso destino será o interior do Estado de Roraima, um interior com cheiro de terra, com o gosto de comidas típicas, igarapés e muito mais, como árvores centenárias como a Samauma (Ceiva Petranda) a maior arvore da Amazônia, ouvir o canto das aves, conhecer o Tamandua Bandeira (Myrmecophaga tridactyla) animal símbolo do Lavrado, tudo isso a cavalo. Mas antes conheceremos a Serra Grande em Cantá e poderemos chegar a outros destinos como Tepequém terra de garimpeiros do passado e hoje de orquídeas como opção, se quisermos prolongar para uns dias de descanço. 1º dia: Chegada em Boa Vista até as 14h00 horas, com deslocamento para o hotel na cidade para um breve descanso, pois este será um momento para conhecer Boa Vista, capital de Roraima, fronteira com a Venezuela e Guiana, antes de seguir para nosso destino, Amajari nos Lavrados de Roraima. Boa Vista, uma cidade tão distante do eixo turístico do Brasil, é muito interessante quanto a sua arquitetura modernista de seus prédios públicos e pontes, com grandes avenidas, praças e claro o famoso Rio Branco, que corta toda a cidade. Neste dia, faremos um passeio pelo rio, no fim da tarde, Brasil. Este será um momento especial, mas não há nada que possamos escrever que poderá transmitir a emoção deste momento que marca o início desta expedição. Assim, teremos a oportunidade de ver a capital do Estado sobre outra perspectiva. A perspectiva daqueles que chegaram outrora, trazendo mercadoria de Manaus e carregando bois e animais. Animais nesta terra é sinonimo de cavalo, assim, já da para perceber o valor que os cavalos tem nesta fronteira do. Ao fim do dia nos encontraremos a beira da piscina, para sentir a brisa da noite, para termos um breve encontro para discutirmos as experiências que vamos viver nos próximos dias. Afinal, nossa viagem equestre será muito interessante pois estaremos convivendo com os cavalos Lavradeiros, raros e únicos, além de conhecer a diversidade natural e cultural de uma região ainda a desbravar. Poucos são os pontos de apoio disponíveis durante o percursso de nossa expediçao com cavalos Lavradeiros em Roraima, por isso, adotaremos uma viagem batizada por viajantes à cavalo como Margarida. Sim,”Margarida, porque todo dia sairemos de nosso ponto de apoio, a fazenda que cria a tropa de Lavradeiros preparada para uma expedição turística, e que nos hospedará, e sempre retornaremos para lá ao fim da tarde. Mas, a cada dia, vamos procurar diferentes trilhas, conhecer diferentes biomas e passar por múltiplos caminhos. Cumprindo assim, um roteiro no formato de pétalas. Pétalas de Margarida. 2º dia: Após o café da manhã, deslocamento para Amajari, indo no sentido do Lavrado chegando a uma das históricas fazendas locais, que faz parte da história expansão agrícola de nossas fronteiras produtivas. A viagem não é longa, aproximadamente duas horas por estrada em boas condições, que nos leva ao caminho do interior para a fronteira nacional, afinal, seguindo um pouco mais por esta estrada, chegariamos na Venezuela. Lá chegando, seremos recebidos por nossos anfitriões para boas vindas. Esta é uma fazenda com boas condições de atendimento e hospedagem, mas, lembre-se, estamos em ambiente rural e temos que ter espírito aberto para estas vivencias rurais. Faremos uma rápida ambientação, conhecendo onde ficaremos hospedados depois, um almoço preparado com carinho e tradicionalidade desta fazenda. Uma breve pausa para descançarmos, estamos preparados para iniciar nossas atividades equestres. Vamos ao campo conhecer a tropa de “Cavalos Lavradeiros”, nossos parceiros nos próximos dias desta jornada. Interessante, que uma aproximação e escolha de nossos pares, começa a acontecer naturalmente e assim faremos um breve passeio ao redor da fazenda, para ambientação. No começo da noite acontecerá uma conversa ao pé da roda, com Babazinho, proprietário da fazenda que junto com sua família recebem com a arte dos tradicionais anfitriões de Roraima, contando a saga das gerações quando desbravaram estas terras. Teremos a oportunidade de ouvirmos um pouco dos cavalos lavradeiros, da e das normas de segurança da viagem adotadas pela propriedade, para validar nossa proposta de experiência com segurança e qualidade. Logo depois do jantar uma boa noite de sono, afinal, no próximo dia daremos início a nossa expedição. 3º dia: Começamos nosso dia em terras de Roraima, com um fausto café da manhã com frutas e quitutes locais e saída para o campo, encontrar a tropa de Cavalos Lavradeiros que nos espera preparada com equipamento que nos espera, para darmos início as cavalgada na savanna. Nosso primeiro destino o Lago do Pirarucu, em uma trilha de rara beleza, com paradas pelo caminho par aver a flora e fauna do local. Esta trilha que tem uma duraçao média de três a quarto horas, conforme as paradas para observação da vida natural, nos permite antes do almoço um banho de águas geladas no lago, que nos ajuda a descançar o corpo e mente. Também neste lago é possível fazer uma pescaria opcional antes de nossa refeição, que será um piquenique no campo. Pois, em dias assim, o prazer de comer no campo, descançar e voltar tranquilamente nos trará sempre experiências incríveis. Depois deste descanço não somente para nós, mas também para a tropa de cavalos lavradeiros, vamos em direção a sede da fazenda pelo caminho da Lagoa de Várzea, berçário de várias espécies de peixes. Nestas trilhas poderemos também observar uma grande diversidade de aves, répteis e mamíferos, e com sorte, encontraremos cavalos lavradeiros selvagens que vivem na região. Nosso caminho será entre savanas e floresta com observação de vida Silvestre com chance de passear de canoa. Chegada prevista no por do sol, com direito a um café com quitutes preparado com carinho. Também quem quiser continuar nas artes equestre, que tal participar dos tratos de seu cavalo, tirando as tralhas e dando um banho, afinal todos merecem. Uma pausa para o banho e depois jantar, conversa em roda com gente da comunidade local, como o famoso artesão do couro que domina a arte da trance de rede e do causo descanço afinal temos amanhã novas experiências. 4º dia: Começa nosso quarto dia de jornadas rurais em terras de Roraima, trilhando por caminhos que formarão a próxima pétala da Margarida. Neste dia, faremos um longo percursso, por isso nosso café da manhã será ao amanhecer, por volta das 06h00 com um ”Segura Peito” típica comida de gente que vai para a lida , além de um fausto café da manhã tradicional com frutas e quitutes locais bem típicos nos espera. Depois, saída para o campo, encontrar a tropa e partimos para um roteiro único, conhecendo Fazendas Históricas de Roraima em uma trilha que nos faz acompanhar as margens dos rios, que ajudaram a desbravar esta região. Em cada parada desta jornada, poderemos encontrar famosos desbravadores destas terras, ou seus descendentes que construiram este Estado, carregando tropa, trazendo suprimentos, desbravando serras e muito mais. Neste dia o almoço será em uma destas típicas fazendas que desde os primórdios, fez parte do desbravar destes rincões. Momentos de parada para admirar paisagens ricas e únicas desta abundante natureza acontecem normalmente de três em três horas, pois além de nós, nossos cavalos precisam descançar um pouco. Uma dica durante a jornada dos grandes viajantes a cavalo, que ao invés de estar sempre montado, descer um pouco e puxar os animais por alguns momentos, tanto para estreitar nossas relações com estes parceiros, bem como, para esticarmos um pouco nossas pernas. Esta atitude fará bem a eles, e a você. Comunidades indígenas e casas de farinha conhecendo as roças de mandioca e os contos dos missionaries que lá passaram são atrativos além do galope. Almoço regional na fazenda histórica que vamos chegar, por volta do 12h00, com queijo de manteiga e Paçoca de Roraima que é feita de farinha de mandioca e carne seca será muito bem vindo. Depois um merecido descanço com um passeio interpretativo por Amajari, pelas matas em pequenas ilhas de floresta, no meio do rio . 5º dia: Dia das despedidas e de refazer energia. Nossa manhã é livre para descançar, conversar, dormir e passear na fazenda. Para os mais dispostos, temos um passeio a cavalo de despedida, e neste dia também, artesões locais estarão apresentando sua arte, mostrando como criam suas peças que estarão disponíveis caso queiram levar lembranças tradicionais. Almoço de despedida com a companhia de Babazinho e sua família, que durante esta jornada, abriram sua casa nos fazendo sentir, além de viajantes, membros de seu grupo, de sua família e sua gente. Depois do almoço seguiremos para Serra Grande para nos hospedarmos em outra propriedade rural mais próxima de Boa Vista, quando teremos a oportunidade de fechar nossa viagem, sendo recebidos pelos pioneiros do turismo rural de Roraima o casal Edson e Gerusa que são reconhecidos pela qualidade do atendimento e bem receber. Um belo banho de piscina nos aguarda ao entardecer. Na oportunidade teremos um jantar de encerramento com comidas típicas locais e brinde de despedada, afinal juntos desbravamos uma das últimas fronteiras a cavalo no Brasil e conhecemos uma raça única de animal. Fogoso, forte, livre e feliz. 6a. Dia Último dia, saímos após o café da manhã para Boa Vista para o aeroporto e fim de nossa jornada. Mas já estamos em Roraima e podemos prolongar nossa viagem conhecendo outros lugares extras com nossos parceiros locais. Aqui algumas sugestões. Tepequém Serras dos Diamantes e das Orquídeas dormindo em Tepequém Comunidade Indígena Paraitepuy (Monte Roraima) dormindo em Santa Helena- Venezuela Roraima Mística: Massagens, Terapias e Reflexoes em Cantá Akenaton dormindo em Boa Vista Terra das Gruvianas em Lethem Guiana Inglesa – Dormindo em Boa Vista. Vista Panorâmica do Monte Roraima – Dormindo em Boa Vista / helicoptero. (Depende Condicoes naturais)

GALERIA DE FOTOS

Cavalos de Roraima Cavalos de Roraima Cachoeira do Paiva Tepequem Cachoeira do Paiva Tepequem Serra do Tepequém Serra do Tepequém Serra do Tepequém Serra do Tepequém
Monte Roraima Monte Roraima Tepequém Tepequém Roraima Roraima

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